Inovações para combater a Covid-19, do Pão de Açúcar à Amazon

Atualizado em 14/7/2020

Pão de Açúcar e as ‘cotoveleiras’

O Pão de Açúcar deu um exemplo de como uma ideia simples e de fácil execução pode ser muito útil no combate à COVID-19. A rede instalou ‘cotoveleiras’ nas portas de freezers e geladeiras de 23 lojas de São Paulo. A ideia é que o cliente seja capaz de abrir os equipamentos sem a necessidade de usar as mãos.

A ‘cotoveleira’ é uma inovação desenvolvida pelo Pão de Açúcar em parceria com fornecedores e, até o momento, mais de 5 mil itens já foram instalados. A previsão é de que o item deve chegar até o final de julho a todas as 185 lojas do Pão de Açúcar, em todo o Brasil.

Painel inteligente

A Tops Market, uma rede de supermercados de Bangkok, colocou um monitor na frente de suas lojas que pode ler a temperatura dos clientes. Se o dispositivo detecta pessoas com temperatura acima de 37,5°C é acionado um alarme e a entrada do cliente não é permitida.

O dispositivo foi desenvolvido por uma empresa de tecnologia que também usou reconhecimento facial para detectar clientes que não estão usando máscara. Esses consumidores desprotegidos também são impedidos de entrar nos supermercados.

Semáforo para clientes

A Aldi, rede de supermercados alemã com presença internacional, colocou em todas as suas lojas no Reino Unido um sistema de semáforos automatizado para limitar o número de clientes autorizados a entrar nos estabelecimentos.

Cada loja tem um número específico de clientes que podem entrar nas lojas, para permitir o distanciamento de dois metros entre as pessoas. O sistema rastreia os clientes que entram e saem das unidades e informa os consumidores na fila quando podem entrar com segurança.

Robô da Amazon

A Amazon construiu um robô capaz de matar o novo coronavírus com luz ultravioleta. O equipamento pode ser usado em armazéns e lojas da Whole Foods para matar o vírus em superfícies como alimentos, embalagens e maçanetas.

O robô ainda não está operando nas lojas e armazéns da rede supermercadista da Amazon, mas a empresa espera colocar as máquinas para funcionar em um futuro próximo.

Fonte: Consumidor Moderno